quarta-feira, 18 de março de 2009

Não estamos conversando com os espíritos

Diante deste episódio que aí está, a respeito do aborto da menina de 9 anos, do Recife, toda a imprensa está falando no assunto, debates em programas de televisões e rádios têm acontecido e, pra variar, inúmeras mensagens de espíritas têm circulado pela internet, inclusive aquelas “trocas de idéias” das salas de discussões espíritas, onde, invariavelmente, os ataques e ofensas aos que divergem em alguns pontos, sempre são constantes. Resolvi colocar algumas consideraçõezinhas aqui, para a análise dos meus amigos leitores.
Vocês já perceberam que, diante de assuntos complexos, sempre aparece um monte de espíritas para dar opinião (inclusive eu), colocam os seus pontos de vistas, colocam o que aprenderam com os seus estudos (alguns com os seus achismos) e determinam as suas colocações como sendo a verdade absoluta?
Geralmente recorrem a questão XYZ de “O Livro dos Espíritos”, com um detalhe: Baseiam-se, ao pé da letra, em uma determinada tradução, ou “tradução”, que têm em casa, porque formaram a sua cultura espírita sob aquela tradução, apenas, sem o menor cuidado de analisar a questão em outras traduções, o que deveria ser obrigação de todo espírita que se acha estudioso e que gosta de sair por aí discutindo questões, se doutrinárias ou não. Leia mais...

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